Publicada em: 19/11/2018 - 516 visualizações

Grupo utiliza Tribuna Livre para falar sobre dor crônica, doença que atinge mais de 60 milhões de brasileiros

Grupo utiliza Tribuna Livre para falar sobre dor crônica, doença que atinge mais de 60 milhões de brasileiros (19/11/2018 00:00:00)
  • Grupo utiliza Tribuna Livre para falar sobre dor crônica, doença que atinge mais de 60 milhões de brasileiros
 
Sessenta milhões de pessoas (ou 37% da população brasileira) sentem dor crônica, aquela que persiste por mais de três meses. E quem sofre deste mal, pode adquirir outras fraquezas como depressão por não conseguir dar mais conta de sua rotina. Para médicos e especialistas, dor crônica carece de políticas públicas, principalmente na área da atenção primária, onde os futuros problemas de saúde poderiam ser tratados e evitados. 

Em Juiz de Fora, desde 2010, existe um Grupo de Apoio e Tratamento da Dor (GATD) que busca parcerias para se fortalecer na cidade. E nesta terça-feira, 20, o Neurocirurgiã, Marcelo Quesado, e a enfermeira e presidente do GATD, Silvia Maria Martins da Silva, participam da Tribuna Livre da Câmara, às 17h30, no plenário, antes da Reunião Ordinária. A palestra será transmitida pela JFTV Câmara, canal 35.
 
Segundo Silvia, a ideia do grupo surgiu no Hospital João Penido. Por meio de sua vivência profissional, ela percebeu que pacientes que sentiam dor não tinham com quem conversar sobre o assunto e nem um tratamento eficaz. Ela mesma foi vítima de cor crônica, mas a transformou em solidariedade. A enfermeira cortou a mão com vidro que atingiu o tendão. A partir deste dia, a dor só foi evoluindo para outros órgãos até ela chegar a um tratamento adequado. 
 
“Sentimos a vontade de criar o grupo para apoiar as pessoas que sentem a dor crônica. Hoje temos uma equipe multidisciplinar, com psicólogos, enfermeiros. Quem sente dor fica com o emocional abalado”, explica a enfermeira. 
 
Para a presidente no GATD, assim como no Brasil, em Juiz de Fora faltam políticas públicas nesta área da dor crônica, principalmente na atenção primária. “Hoje estamos buscando um espaço para nos reunirmos, colocarmos nossas dinâmicas em prática e ajudar o maior número de pessoas possíveis. Já conseguimos o CNPJ para o grupo, queremos transformá-lo em utilidade pública, visando buscar recursos para a iniciativa. Nossa ida à Câmara é importante não somente para apresentar nosso trabalho, mas também para sensibilizar os vereadores para o tema”, finaliza. 

 
Informações: 3313-4734 / 4941 – Assessoria de Imprensa
 


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