Publicada em: 18/06/2018 - 254 visualizações

Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência marca reunião na SDS para discutir chamamento público de entidades do setor

Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência marca reunião  na SDS para discutir chamamento público de entidades do setor (18/06/2018 00:00:00)
  • Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência marca reunião na SDS para discutir chamamento público de entidades do setor
 
A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Câmara se reuniu na tarde desta segunda-feira, 18, para discutir o chamamento público que envolve as entidades que atendem as pessoas com deficiência de Juiz de Fora. Na reunião, ficou definido a realização de uma nova reunião na próxima quinta-feira, 21, na Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS), com a secretária da pasta, Tammy Claret, para aprofundar a discussão sobre o processo.

O presidente da Comissão, vereador João Coteca (PR), destacou que vem acompanhando a situação do chamamento há algum tempo e que espera conseguir novas informações na reunião com a secretária. A vereadora Ana do Padre Frederico (MDB) lembrou que as partes “têm que caminhar juntas para que o problema seja resolvido”. O vereador Vagner de Oliveira (PSC) se colocou à disposição das mães presentes para que uma nova reunião, após o encontro do dia 21, seja realizada.

Além dos vereadores, estiveram presentes o secretário de Governo José Sóter Figuerôa, representantes das secretarias de Desenvolvimento Social, de Saúde e de Educação, e mães de cujos filhos são atendidos atualmente pela Associação de Livre Apoio aos Excepcionais (Alae).

A principal reclamação das mães presentes é de que o edital de chamamento estabelece redução na carga horária do atendimento de 20 horas semanais para quatro horas no mesmo período, além da consequente redução do número de pessoas atendidas e do valor repassado às entidades.

O presidente da Alae, Luiz Gonzaga Schafi, afirma que o novo edital reduz o repasse de R$ 600 reais mensais por usuário para 368 reais, o que considera insuficiente. “Atualmente, temos 72 usuários que frequentam a Alae por 20h na semana e cada um custa, em média, um salário mínimo, mais do que o valor repassado atualmente pela Prefeitura. Por isso, já temos que complementar esse gasto com outras formas de arrecadação, como festa junina, por exemplo. O valor que eles estão propondo no novo edital ( R$ 368 reais) não dá nem para pagar os salários da equipe de atendimento que o próprio edital estabelece que a entidade tem que ter”, disse.

Atualmente, o  edital de chamamento para as entidades que atuam no atendimento da pessoa com deficiência está suspenso. Por isso, será realizado uma contratação de emergência com prazo de 180 dias e nas mesmas bases do convênio atual com as entidades que já prestam o serviço no município enquanto um novo chamamento não é realizado. “Temos que aproveitar esse tempo para restabelecer o diálogo e encontrar um caminho que seja bom para todos”, declarou o secretário de Governo, José Sóter Figuerôa.


Informações: 3313-4734 / 4941 – Assessoria de Imprensa



 
 


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