Publicada em: 19/03/2018 - 219 visualizações

Comissões de Defesa da Pessoa com Deficiência e de Educação apresentam pedido de informação sobre professores bidocentes

Comissões de Defesa da Pessoa com Deficiência e de Educação apresentam pedido de informação sobre professores bidocentes (19/03/2018 00:00:00)
  • Comissões de Defesa da Pessoa com Deficiência e de Educação apresentam pedido de informação sobre professores bidocentes
 
As comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, representada pelos vereadores João Coteca (PR) - presidente e Vagner de Oliveira (PSC), e de Educação da Câmara Municipal, representada pelo vereador Sargento Mello (PTB), apresentarão um pedido de informação junto à Secretaria de Educação para saber o número de professores bidocentes em atividade na rede municipal e onde eles estão alocados. A bidocência consiste na presença de dois professores em salas de aula onde há alunos com deficiências que levam a dificuldade de locomoção e de realização de cuidados pessoais.

O pedido ocorre depois do recebimento de uma denúncia realizada pela presidente do Grupo de Apoio a Pais e Profissionais de Pessoas com Autismo (Gappa), Ariene Menezes. Segundo ela, há um déficit de professores bidocentes nas salas de aula e, como consequência, alguns pais deixam de mandar o filho para a escola por não haver a assistência adequada.

Ariene também relatou aos vereadores da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência episódio ocorrido na Cinturb. Na ocasião, ela foi até o órgão para emitir uma carteirinha de ônibus para o filho e, tendo avisado que a criança é autista e por isso tem um tempo de espera muito curto, foi ignorada e não conseguiu preferência no atendimento. Durante a espera para ser atendida, o filho entrou em crise. “Assim como os idosos com mais de 80 anos têm preferência de atendimento, as pessoas com autismo também têm que ter para podermos evitar episódios como esse”, disse.


Programa Caminho da Escola suspenso

Outra denúncia recebida pela comissão foi a suspensão do programa Caminhos da Escola. Três ônibus oferecidos pela Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) atendiam 12 alunos com mobilidade reduzida. Segundo a denúncia, a PJF teria justificado a interrupção do serviço devido à falta de monitores para ficar dentro dos ônibus.

“Nós vamos convocar representantes das secretarias de Educação, de  Governo e de Transporte para que possamos saber mais sobre o que está acontecendo e chegar numa solução”, afirmou o presidente da comissão, vereador João Coteca (PR).


Informações: 3313-4734 / 4941 – Assessoria de Imprensa




 
 


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