“Unir os esforços da cidade para a reforma do Central”. Esse é o objetivo de um grupo de trabalho proposto pelo vereador Marlon Siqueira (MDB) durante reunião na Superintendência Regional de Ensino de Juiz de Fora (SRE) na tarde da quinta feira, 15. O encontro buscou reunir os diversos atores da cidade envolvidos na reforma do palacete: representantes de servidores, professores, alunos, pais, e a direção da Escola Estadual Delfim Moreira, com técnicos e gestores da SRE, para identificar e buscar soluções para os problemas que podem atrasar a obra.
“Queremos lutar juntos para que a licitação aconteça ainda em abril e a reforma comece no primeiro semestre. Sabemos das muitas demandas que o Governo do Estado tem nas diversas cidades de Minas Gerais, por isso, é importante que nós, juiz-foranos, possamos auxiliar nesse processo”, relata Marlon, que em agosto no ano passado propôs junto ao vereador Júlio Obama Jr. (PHS) uma audiência pública sobre o tema.
Durante a reunião, a superintendente regional de ensino de Juiz de Fora, Fernanda Moura, explicou como anda o processo da reforma do espaço. Segundo a gestora, conforme comunicado feito pelo secretário de Estado de Educação, Wieland Silberschneider, já está sendo formatada a licitação baseada nos projetos arquitetônicos e de restauro já realizados.
“Apesar de reformas em escolas localizadas em edifícios históricos ser de responsabilidade do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DEER-MG), estamos acompanhando de perto a questão. Toda iniciativa como essa para auxiliar esse trabalho é bem-vinda”.
Primeira missão do grupo
Nos próximos dias, o grupo buscará se reunir com os agentes públicos locais envolvidos na liberação da reforma, como a Secretaria de Atividades Urbanas (SAU) e o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, responsável pela liberação do projeto de segurança contra incêndios, ainda em estágio de aprovação. A proposta é indicar a importância do projeto para a cidade, que, respeitados os prazos e as medidas legais, deve ser tratado como urgente. A preocupação se faz necessária tendo em vista que, por estarmos um ano de eleições, algumas condutas como a assinatura de contratos são vedadas pela legislação no período eleitoral - o que poderia atrasar o início das obras de restauro.
Fonte: Assessoria do vereador
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