A morte da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL-RJ), suscitou diversas manifestações de pesar e protesto na noite desta quinta-feira, 15. Marielle foi a quinta vereadora mais votada nas eleições municipais de 2016, com 46 mil votos. Durante a sessão plenária, foi feito um minuto de silêncio em homenagem a vereadora.
O vereador Betão (PT) afirmou que este não foi um homicídio comum, mas sim uma execução de cunho político. “Foi uma execução para intimidar aqueles que sempre denunciaram a truculência contra os mais pobres”, disse. O vereador apresentou uma moção de pesar pela morte de Marielle, que foi aprovada pelo plenário.
“As pessoas na sociedade acabam reproduzindo e atuando nas mais diversas formas de violência, mas a principal violência é que vem do Estado”, comentou o vereador Wanderson Castelar (PT). Segundo o vereador, a morte da vereadora é fruto de um ambiente de violência generalizado, que vem, principalmente, da esfera política. “A degradação das condições de trabalho, por exemplo, proporcionam uma diminuição na qualidade de vida dos trabalhadores. A falta de assistência social e de atenção à saúde são formas de violência e de encurtamento da vida”, disse.
Já o vereador Antônio Aguiar (MDB) classificou o assassinato como um “atentado à democracia”. O vereador Kennedy Ribeiro (MDB) afirmou que o sentimento é de tristeza, mas que o episódio não vai impedi-lo de defender o interesse das classes menos favorecidas.
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