Durante a reunião desta terça-feira, 16, a Câmara Municipal concedeu espaço ao artista plástico Gerson Guedes que trouxe aos vereadores e ao público, estudos e exposições do início da história de Juiz de Fora. Desde 1982, Guedes se dedica a pintura e tem a Zona da Mata como sua referência principal.
No decorrer da palestra, diversas pinturas foram evidenciadas sobre a descoberta e início da cidade. Imagens exuberantes da colonização portuguesa, do Ciclo de Ouro, do Caminho Velho e Caminho Novo, Sesmaria, as inúmeras histórias da Fazenda Juiz de Fora, das vindas de Dom Pedro para a inauguração da Câmara Municipal em 1850, além de citar a transposição do Rio Paraibuna, a criação da Avenida Barão do Rio Branco e Rua Halfeld e o marco da Manchester Mineira. Tudo muito bem explanado em estudos e teses pesquisados e escritos por Gerson.
No final da exposição, o artista plástico evidenciou o desejo em levar o trabalho a instituições e escolas. “Estou à disposição em levar esse trabalho para todos. Pois a história é um elemento mutante e somos passageiros rápidos aqui”. Gerson também citou que tem pretensões de lançar um livro contando de forma detalhada todo o surgimento da cidade e os diversos acontecimentos.
Em sua nova exposição Cor Acima Serra Abaixo, prevista para ser lançada até o fim de 2017, Guedes planeja uma saga de Santo Antônio do Paraibuna, antigo nome da cidade juiz-forana, além de mapear as origens da família Dias Tostes, desde Antônio Dias Tostes - um dos donos da antiga fazenda Juiz de Fora - às origens do distrito, quando passou a ser vila até ser reconhecida como cidade.
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