Publicada em: 01/06/2016 - 191 visualizações

Sindicatos voltam a cobrar recomposição salarial

Sindicatos voltam a cobrar recomposição salarial (01/06/2016 00:00:00)
  • Sindicatos voltam a cobrar recomposição salarial
 
As lideranças dos servidores municipais voltaram a recorrer à Câmara Municipal, agora por meio da Tribuna Livre, para cobrar a recomposição salarial, não concedida pela Prefeitura até agora sob alegação de dúvidas relativas à legislação eleitoral. A Associação Mineira dos Municípios (AMM) chama atenção do Poder Público para a impossibilidade de concessão de índice relativo ao ano anterior, o que é contestado pelo Fórum Sindical. Vários vereadores defenderam o repasse do IPCA.

Nova Serrano concedeu 9% em 9 de abril, Cruzília 10,74% em 20 de abril, São Sebastião do Paraíso 10,50% em 11 de abril e Ijaci 11% em 17 de abril. Esses são alguns municípios mineiros citados pelo presidente do Sinserpu, Amarildo Romanazzi, que concederam reajuste. Flávio Bitarello, do Sinpro, considera inaceitável o esquecimento de um ano de inflação, como deseja a Prefeitura, e alerta para o arrocho salarial e retirada de direitos dos trabalhadores.

Fernando José, do Sindicato dos Engenheiros, fez a leitura do parecer do Tribunal de Contas do Estado sobre subsídio de agente público. No documento, o órgão considera lícita a revisão dos vencimentos em ano eleitoral para recomposição das perdas, sem qualquer restrição temporal.

O Sinagua, que completou 97 dias de negociação com a Prefeitura, cobrou respeito à data-base e recomposição inflacionária relativa aos 12 meses anteriores. O presidente da entidade, Edinaldo Ladeira,  lembrou que no passado isso se deu sem qualquer empecilho.

O vereador Roberto Cupolillo (Betão-PT) lembrou que desde 1997, quando a lei eleitoral entrou em vigor, a Prefeitura concedeu pelo menos o IPCA. Luiz Otávio Fernandes Coelho(Pardal) espera que pelo menos esse índice seja viabilizado. Cido Reis (PPS) entende que menos seria o mesmo que reduzir salário dos servidores. Jucelio Maria (PSB) espera pela sensibilização da Prefeitura com abertura de diálogo. Wanderson Castelar (PT) acredita que isso se dará a partir da paralisação anunciada para esta quarta-feira (1º de junho). A defesa dos trabalhadores foi feita também por José Emanuel (PSC).


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