Na tarde dessa quarta-feira, 16, a Comissão de eletrificação da Câmara, formada pelos vereadores Júlio Gasparette (PMDB), Chico Evangelista (PROS) Vagner de Oliveira (PSC) e Oliveira Tresse (PSC), se reuniu com o promotor do Ministério Público - Alex Fernandes Santiago, secretários de Governo - José Sóter de Figueroa, de Atividades Urbanas - Sérgio Rocha, e de Planejamento - Argemiro Tavares. O objetivo foi buscar uma solução para ligação de energia elétrica nas áreas rurais da cidade como Dias Tavares, Ribeirão e Humaitá que seguem sem iluminação há mais de dez anos.
Fabíola Ramos, chefe do Departamento de Planejamento e Orçamento Territorial - mostrou o trabalho de previsão de mapeamento do Plano Diretor e adiantou que haverá ampliação do perímetro urbano. Por outro lado, os secretários e o promotor sugeriram a criação de um Projeto de Lei (PL) alterando o perímetro urbano para aceleração dos autos. Estima-se que dentro de até 90 dias a PL esteja em poder do Legislativo para apreciação, já que a proposta do Plano Diretor é a longo prazo.
O vereador Júlio Gasparette reconheceu a disponibilização dos órgãos em criar a Lei. "Essa foi uma etapa significativa. Várias sugestões foram levantadas. Daqui a 30 dias iremos agendar com as comunidades de Dias Tavares, Ribeirão e Humaitá e passar algumas soluções do que foi decido nas duas últimas reuniões", complementou.
O promotor Alex Fernandes Santiago salientou que este não é um problema a ser resolvido a curto prazo, mas é uma passo importante. "O município acelerou bastante. As pessoas têm direito a ter energia elétrica, infelizmente irá demorar, mas esperamos que finalmente a questão seja solucionada".
O secretário de Governo José Sóter de Figueroa destacou os avanços em relação ao tema. "Saímos com ações bastante efetivas e concretas no sentido de solucionar um problema que perdura há muitos anos. É claro que estamos diante desse processo e não há como gerar falsas expectativas. Mas um primeiro passo foi dado".
O secretario ainda demonstrou uma participação determinada do poder Executivo quanto a futuras obras exigidas para o processo. "Iremos realizar um levantamento de custos e fazer cálculos, mas certamente deveremos encaminhar junto a comunidade sempre com diálogo aberto e de forma bem democrática com apoio da Câmara e da promotoria", disse.
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