Em reunião nesta quarta-feira (11) com os vereadores, técnicos da Cemig tiveram uma prévia da Audiência Pública que será realizada por solicitação de Luiz Otávio Fernandes Coelho (Pardal-PTC) em 18 de novembro. Oscilação de energia, dificuldade das ligações em granjeamentos e execução de emendas parlamentares estão entre os problemas apresentados.
A empresa foi representada pelo gerente de Relacionamento do Poder Público, Ernando Braga, e pelo gerente Jurídico Robson Ferreira. Os dois vieram de Belo Horizonte. O coordenador do Poder Público Rodrigo Lombello e a supervisora Rosilena Riani representaram Juiz de Fora. O presidente da Câmara Rodrigo Mattos (PSDB) adiantou que a empresa não contemplará os legisladores se atribuir as dificuldades a regulação do serviço em nível nacional.
A contrapartida social da Cemig foi uma das cobranças feitas. Julio Gasparette (PMDB), Chico Evangelista (PROS) e Oliveira Tresse (PSC), integrantes da Comissão Especial de Energia do Legislativo, questionaram as exigências da empresa para ligação de energia em granjeamentos irregulares. Os vereadores têm informações de que são maiores do que as feitas pelo Ministério Público (PM) por meio de Termo de Ajuste de Conduta (TAC). A situação é enfrentada em Dias Tavares, Humaitá e Ribeirão do Carmo.
Léo de Oliveira (PMN) reclamou de oscilações de energia nos 35 bairros da região Sul, principalmente à noite, o que ocorre mesmo em dias de tempo bom. A queima de eletrodomésticos e perda de textos (documentos) em computadores são algumas das consequencias. O vereador questiona se faltam investimentos em tecnologia.
De José Mansueto Fiorilo (PDT) partiu a cobrança da execução de emendas parlamentares de 2013. Tratam-se de trocas de braços de luminárias em diversas ruas. O município comunicou que o serviço está pago. Representantes da Cemig levaram a relação das vias e se comprometeram a informar a data prevista de execução dos trabalhos.
A demora no atendimento foi relatada pelo coordenador do Serviço de Defesa do Consumidor (Sedecon) da Câmara, Carlos Alberto Gasparete. As dificuldades surgiram há aproximadamente um ano. Antes as demandas eram solucionadas por meio de contato telefônico. Atualmente é necessária marcação de audiência e geralmente as respostas são evasivas. A empresa costuma alegar problemas internos nas residências, o que levou Gasparete a acionar o Ministério Público.
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