Publicada em: 18/10/2013 - 158 visualizações

Câmara recorre ao Estado em defesa da vida

Câmara recorre ao Estado em defesa da vida (18/10/2013 00:00:00)
  • Câmara recorre ao Estado em defesa da vida
 
     O elevado índice de violência em Juiz de Fora já levou os 19 vereadores a usarem de todos os expedientes disponíveis na Câmara Municipal para solicitar intervenções do Estado, responsável pelo setor. Uma representação do presidente Julio Gasparette (PMDB), incluída na discussão desta sexta-feira (18/10), reivindica ao governador Antônio Anastasia (PSDB)  ações estratégicas, táticas e de efetiva execução pela proteção da vida e do patrimônio dos cidadãos. A mobilização dos legisladores em torno do tema os levou a um consenso quanto ao encaminhamento do documento com a assinatura de todos e a sua entrega pessoalmente por uma comissão em Belo Horizonte. Para que a tramitação ocorra dentro das normas do Regimento Interno, Gasparette retirou a matéria, que retornará a pauta na próxima segunda-feira (21/10).
     O texto lembra a realização do seminário sobre Violência Urbana em Juiz de Fora pela Câmara Municipal em conjunto com a OAB, Prefeitura, UFJF e Instituto Vianna Júnior. Os participantes reivindicaram ao Estado a contratação de mais policiais, além de investimentos na estrutura da Polícia Civil. A representação enfatiza a necessidade de o município ser dotado de condições efetivas para enfrentar o aumento da criminalidade. Chico Evangelista (PROS) alertou que a violência compromete até a Saúde. Grande parte do atendimento do HPS e das UPAS são, segundo ele, de casos relacionados. 
     Wanderson Castelar (PT) acredita que a Comissão de Segurança do Legislativo Municipal, da qual faz parte, pode marcar audiência com a Secretaria de Defesa Social de Minas por meio do deputado João Leite, presidente da Comissão na Assembleia Legislativa, para entrega do documento. O texto tem o respaldo da OAB.
     A redução drástica dos quadros da Polícia Civil em Juiz de Fora foi observada por José Mansueto Fiorilo (PDT), que integrou a instituição como médico legista. Em 1975 o efetivo era de 360 policiais, atualmente não passa de 150.
    A reabertura dos postos policiais foi outra questão levantada. André Mariano lembrou do período em que as unidades eram criadas com o apoio do Sindicato dos Hotéis e Restaurantes, sob a presidência de Octacílio Pereira do Vale, enquanto Vagner de Oliveira (PR) manifestou o desejo de que uma seja instalada em Filgueiras.
 


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