Publicada em: 30/09/2013 - 166 visualizações

Secretaria de Fazenda apresenta desempenho municipal do segundo quadrimestre de 2013 durante audiência pública

Secretaria de Fazenda apresenta desempenho municipal do segundo quadrimestre de 2013 durante audiência pública (30/09/2013 00:00:00)
  • Secretaria de Fazenda apresenta desempenho municipal do segundo quadrimestre de 2013 durante audiência pública
 
     Nesta segunda-feira (30/09) foi demonstrado em audiência pública o desempenho do Município em relação às metas fiscais estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias, o Relatório Resumido e Execução Orçamentária e o Relatório de Gestão Fiscal, respectivamente do 4º bimestre e do 2º quadrimestre de 2013, atendendo o que determina a Lei Complementar nº 101/2000 – Lei de Responsabilidade Fiscal.
    Conforme informações da Secretaria de Fazenda, na ocasião foram apresentados dados como os das receitas correntes e de capital, em que a primeira, oriunda de recursos próprios, chegou a 92% de captação, alcançando a marca de R$ 692.580 mi e a segunda, vinda de repasses principalmente para obras públicas, foram executados 7% do valor estimado, alcançando a marca de R$ 15.536 mi.
    Especificamente sobre as receitas próprias, os dados indicam que a arrecadação diminuiu 12% em relação ao mesmo período de 2012, alcançando o valor de R$ 300.419 mi contra os R$ 342.905 mi do ano anterior. Este decréscimo se deve ao fato de, em 2012, terem ocorrido receitas atípicas e a extinção do Programa Especial de Regularização Fiscal (Perfis) em dezembro. Embora tenha ocorrido a redução, neste grupo destacam-se a arrecadação do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU)/ Taxa de Coleta de Resíduos Sólidos (TCRS), de R$ 93.962 mi em 2012 para R$ 101.382 mi em 2013 e do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), que passou de R$ 72.253 mi em 2012 para R$ 74.156 mi neste ano.
     Já ao abordar as receitas transferidas, que são as legais e as constitucionais, o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), que arrecadou 12% a mais em relação ao mesmo período de 2012, passando de R$ 73.957 mi para R$ 82.636 mi; o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que arrecadou 7% a mais, passando de R$ 29.423 mi para R$ 31.396 mi e o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que também teve arrecadação 7% superior, passando de R$ 38.274 mi para R$ 41.021 mi.
     Entre as principais receitas de capital destaca-se o repasse recebido pela operação de crédito firmada com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) relativa ao Projeto Multissetorial Integrado (PMI), que será aplicada em obras de urbanização, saneamento e infraestrutura.  Neste sentido, pode-se citar a revitalização das praças dos bairros Ponte Preta e Barreira do Triunfo, já entregues pela administração municipal, entre outras. Para o PMI, R$ 3.775 mi foram captados junto ao BNDES. Ainda entre as receitas de capital, o município recebeu recursos na ordem de R$ 2 milhões do Ministério da Cultura para a construção da Praça dos Esportes e da Cultura (PEC), na Zona Norte da cidade; a construção de escolas de Educação Básica, na qual se destaca a Escola Municipal Professora Helena Antipoff, localizada em Rosário de Minas, cujo repasse foi de R$ 1.287 mi, além de recursos na ordem de R$ 500 milhões para serem aplicados nas obras de despoluição do Rio Paraibuna.
     As despesas correntes aumentaram 3% em relação ao período anterior, passando de R$ 558.865 mi em 2012 para R$ 574.188 mi neste ano e as de capital alcançaram o valor de R$ 27.016 mi, o que representa queda de 52% em relação ao mesmo período do ano anterior.
    Finalizando, Marlene apresentou um resumo da despesa total com pessoal e dos gastos com Ações e Serviços de Saúde e com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino no período. Na primeira, o Executivo aplicou 46,65% do valor arrecadado, estando dentro do limite prudencial, que é de 51,3%. Já o Legislativo aplicou 1,47%, também não ultrapassando o limite prudencial que, neste caso, é de 5,7%, determinado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
     Já em relação aos gastos com Ações e Serviços de Saúde, no qual os investimentos devem ser de no mínimo 15% da arrecadação anual, até o momento 22,6% já foram aplicados. O percentual previsto para aplicação no setor é de 27,99% até o final do exercício 2013. Já no que se refere aos gastos com a manutenção e o desenvolvimento do ensino, o valor mínimo para a aplicação é de 25% da arrecadação anual e o previsto para até o final de 2013 é de 27,43%. 
 


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