Publicada em: 27/02/2013 - 267 visualizações
Falta de policiamento, problemas diversos, busca de melhores condições, conscientização, direitos e deveres. Essas foram as principais reclamações ditas para servidores do Centro de Atenção ao Cidadão da Câmara Municipal e da Secretaria de Assistência Social da Prefeitura durante reuniões realizadas na segunda (25/02) e terça-feira (26/02) por moradores do bairro Parque das Águas entristecidos com a atual situação do bairro.
Os servidores municipais, na tentativa de amenizar a atual situação e ajudar a mobilizar e organizar os moradores para melhores condições da comunidade, ministraram palestra sobre organização comunitária, visando à qualificação do indivíduo para o exercício da cidadania e maior participação na criação da Associação de Moradores do bairro.
De acordo com o advogado Sérgio Loures o trabalho com os moradores do Parque das Águas é para dar a todos uma noção sobre cidadania, assim como direitos civis, políticos e sociais, contribuindo com a mobilização da comunidade no sentido de formar uma futura associação. O sociólogo Sérgio Dutra reiterou que o encontro com os moradores do Parque das Águas permitiu apresenta-lós a seus direitos enquanto cidadãos, para que, assim, possam tornar-se cidadãos ativos e sujeitos de sua própria história.
A psicóloga do CAC Gilmara Santos Mariosa dissertou sobre as questões da diversidade, a importância da comunicação, da cooperação e da união dentro de um grupo para que sejam conquistados os objetivos comuns. Já a Assistente Social Flávia Duarte Tavares ministrou sobre a organização da comunidade. “A comunidade precisa se organizar de forma correta para levar os problemas prioritários ao poder público”.
João Batista da Silva afirmou ficar triste com a desunião da comunidade. “Temos a oportunidade de aprender e levar os conhecimentos, mas são poucos os interessados. É importante a conscientização e uma maior mobilização da população”, falou.
Valdir da Silva destacou que o encontro é o primeiro passo para a comunidade ganhar voz. “Estou aprendendo a lidar com meus vizinhos de forma adequada. Se nos unirmos podemos fazer de nosso bairro um exemplo. Somos trabalhadores e moradores do bem. Não podemos deixar o mal prevalecer”, destacou.
Avestil Francisco da Silva fez um apelo aos servidores presentes. “Até que seja criada uma associação e a comunidade ganhe voz, precisamos que a Polícia Militar nos dê uma maior assistência. Queremos preservar nossos bens, nossa dignidade”, ponderou.
Também estiveram presentes o advogado do CAC, Wallace Paulo Bellosi, as assistentes Sociais da Secretaria de Assistência Sociais da Prefeitura Sabrina Rodrigues, Cris do Vale e Maria Alice de Souza.
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