Publicada em: 15/02/2012 - 205 visualizações

Políticas públicas para juventude é tema de audiência pública

Políticas públicas para juventude é tema de audiência pública (15/02/2012 00:00:00)
 

Políticas públicas para juventude é tema de audiência pública

       Encerrando o ciclo de audiências públicas do mês de fevereiro, aconteceu na tarde desta quarta-feira (15/02) o debate convocado pelo vereador José Sóter de Figueirôa (PMDB) que abordou o Estatuto da Juventude e a Mensagem do Executivo nº 3932, que dispõe sobre a criação do Conselho Municipal da Juventude.
       “Juiz de Fora não possui uma política pública destinada aos jovens. Faltam ações integradas entre as secretarias municipais. A convivência com a dependência química e a violência somada com a dificuldade de inserção do mercado de trabalho são exemplos desta inércia do poder público e da própria juventude”, enfatizou Figueirôa.
       Sobre a mensagem do Executivo que tramita na Câmara Municipal, o vereador ressaltou que é preciso a reativação do Conselho já existente. De acordo com Figueirôa a matéria possui uma série de equívocos, como a falta de estância máxima, já que não é deliberativo, a vinculação com o ProJovem e a ausência da apresentação de planilha para verificar o impacto orçamentário.
       O parlamentar ainda sugeriu a criação de uma Frente Parlamentar para discutir questões relacionadas ao tema e lembrou da importância do poder Executivo em conceder meia passagem e meia entrada aos estudantes.
       Cristiano Fagundes, chefe do departamento da juventude e representante da secretária de educação, falou sobre os programas oferecidos pela prefeitura: ProJovem Urbano, Poupança Jovem e Curso Preparatório.
       O presidente da Casa de Cultura Evailton Vilela, Jeferson da Silva Januário, destacou a necessidade de uma secretaria para tratar com respeito a juventude. “A omissão de hoje trará conseqüências para o futuro”. Jeferson alertou para o crescimento do número de casos de violência envolvendo jovens.
       Ao encerrar o debate, Figueirôa cobrou a participação dos poderes e da juventude na elaboração das políticas públicas e afirmou a necessidade de alteração na estrutura da Lei do Executivo.

 


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