Publicada em: 27/07/2009 - 272 visualizações

Vereadores insistem na reativação da E.E. Dom Orione

Vereadores insistem na reativação da E.E. Dom Orione (27/07/2009 00:00:00)
 

Vereadores insistem na reativação da E.E. Dom Orione

       Os vereadores José Sóter de Figueirôa (PMDB) e Ana Rossignoli (Ana do Padre Frederido-PDT), integrantes da Comissão de Educação da Câmara, fizeram hoje (27/07) uma visita às instalações da Escola Estadual de 1º Grau Dom Orione quando constataram os problemas enfrentados por alunos e professores. Os vereadores preparam um encontro com todos os envolvidos: Superintendência Regional de Ensino, Instituto Dom Orione, Prefeitura, profissionais da educação e comunidade para 10 de agosto, às 19h, na Igreja do Dom Bosco, buscando a união de forças em defesa do estabelecimento de ensino.
       A escola dispõe de 12 salas de aula, seis no térreo e as demais no primeiro andar. Muitas delas estão com vidros e portas quebradas, paredes sujas, descascadas, há infiltrações e o pátio interno não é iluminado. Os vereadores, entretanto, constataram que a infraestrutura do prédio está preservada. Há necessidade apenas de reparos no acabamento.
       A visita foi feita em conjunto com Mônica Aparecida de Oliveira Souza, assessora de gabinete da Superintendente Regional de Ensino, o padre Luiz Carlos da Cruz, representante da congregação proprietária do imóvel, e Wellington Carlos Alves, do Conselho Tutelar Sul/Oeste.
       A superintendência alega que as atividades foram interrompidas em função da baixa procura por estudantes e que em caso de demanda está disposta a reativar a escola em janeiro de 2010. O Plano de Atendimento de todos os estabelecimentos de ensino, incluindo o Dom Orione, será elaborado até setembro e o contrato com o Estado vai até 31 de agosto.
       O padre Luiz Carlos consultou o governo provincial que revelou disposição de dar preferência à alocação para o Estado. Mais do que isso, o Instituto está disposto a repassar seus alunos - cerca de 70 - se a Escola Estadual retomar seus trabalhos de forma ampla e com suas dependências reformadas. “Tudo vai depender de vontade administrativa”, enfatiza Figueirôa.

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