Publicada em: 19/03/2026 - 224 visualizações

Mesa Redonda - Dia Mundial da Síndrome de Down

Mesa Redonda - Dia Mundial da Síndrome de Down (19/03/2026 00:00:00)
  • Encontro celebrou o Dia Mundial da Síndrome de Down e abordou a importância e os desafios para inclusão
 

  • Para marcar o Dia Mundial da Síndrome de Down, 21 de março, a Câmara Municipal de Juiz de Fora discutiu, na quinta-feira, dia 19, o olhar da sociedade, os desafios e o direito à inclusão. A mesa redonda, transmitida pela JFTV,  contou com a participação do proponente do debate, vereador Dr. Antônio Aguiar (UNIÃO); as mães atípicas Janilce Borges e Patrícia Lima; e o fisioterapeuta especialista Sérgio Carvalho, que também é pai atípico.

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  • O tema do Dia Mundial, em 2026, é o combate à solidão. “Esse encontro serve para mobilizarmos todos a lutarem pela causa e inclusão das pessoas com deficiência, em especial a síndrome de Down. Eles precisam ter seus direitos garantidos e é necessário combater a exclusão”, afirmou o vereador Dr. Antônio Aguiar.

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  • A mãe atípica Patrícia Lima relatou a exclusão escolar da filha de 16 anos. “Ano passado ela não foi convidada para nenhuma festa de 15 anos. Faziam promessas e ela criava expectativas que nunca aconteceram. Ela sente e a gente sente também. Até hoje ela fala sobre isso e fica à espera de convites que não vai ter. Temos que ser muito fortes para contornar isso”, declarou. 

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  • Oportunidades

  • Outro tópico abordado durante o encontro foi a importância dos estímulos persistentes e duradouros para a pessoa com síndrome de Down. “A pessoa com Down precisa de oportunidade. Elas precisam de estímulos e apoio. Uma das nossas lutas é garantir a obrigatoriedade de professores de apoio nas escolas estaduais. O professor de apoio é o interlocutor entre a escola, a família e a criança. Ter profissionais qualificados é fundamental para o desenvolvimento da criança”, afirma o fisioterapeuta Sérgio Carvalho.

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  • A mãe atípica Janilce Borges reforçou a necessidade de inclusão.  “A pessoa com Down tem habilidades efetivas desde que tenham tratamento adequado e sejam constantemente estimuladas. Infelizmente, muitas famílias não têm o privilégio de escolher que farão tratamento para os filhos e pode gerar casos de maus tratos e abuso psicológico. É importante sabermos identificar esses sinais. É necessário ter mais divulgação e orientação para reconhecer os sinais”. 

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  • Assessoria de Imprensa: 3313-4734 

 

 


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