Publicada em: 10/02/2026 - 37 visualizações
Vereadores da Câmara Municipal de Juiz de Fora estiveram em reunião, com a prefeita Margarida Salomão (PT), na manhã de terça-feira, 10, para discutirem sobre a situação do Plano de Saúde do Servidor (PAS/JF). O plano atende cerca de 10 mil usuários, entre servidores ativos, inativos, pensionistas e dependentes. Segundo estimativa da Prefeitura, há uma dívida de R$ 20 milhões com fornecedores e prestadores de serviço.
O presidente da Câmara Municipal, vereador Zé Márcio-Garotinho (PDT), participou da reunião com a prefeita Margarida Salomão. Segundo ele, há a possibilidade de a gestão do plano ser transferida para o Fundo de Previdência Privada dos Servidores da Prefeitura (JFPREV). “A contratação será através de uma licitação da gestora do plano e a dívida do plano será paga como uma medida emergencial a ser feita de imediato. Estamos trabalhando incansavelmente para resolver essa situação o mais breve possível”, explicou. Dívida A reunião na Prefeitura aconteceu um dia depois de o presidente Zé Márcio-Garotinho ler, no Plenário da Câmara, um Ofício, encaminhado aos secretários de Governo, Ronaldo Pinto Jr.; da Fazenda, Fernanda Finotti; de Recursos Humanos, Matheus Jacometti; entre outros representantes da Prefeitura e Sindicatos dos Servidores. O texto já cobrava providências e soluções para o Saúde Servidor. “Diante desse cenário, que envolve diretamente a prestação de serviço essencial na área da saúde, e considerando a urgência que a matéria impõe, a Câmara Municipal de Juiz de Fora, por intermédio de sua Mesa Diretora - Biênio 2025-2026, reafirmando seu compromisso com a fiscalização, a transparência e a defesa dos servidores públicos, solicita formalmente a esse Grupo de Trabalho a apresentação imediata de proposta ou propostas efetivas, no âmbito de suas atribuições, capazes de viabilizar o funcionamento regular, contínuo e adequado do PAS/PJF, assegurando o atendimento pleno à demanda de seus usuários.” O Saúde Servidor tem uma dívida de R$ 20 milhões de reais. É mantido pela Prefeitura, Câmara Municipal e Cesama, que contribuem atualmente com R$ 454,6 mil mensais. A contribuição dos usuários varia entre R$ 127 e R$ 554 para titulares e entre R$ 127 e R$ 188 para dependentes. Esse conjunto de contribuições gera uma receita mensal de aproximadamente R$ 3,6 milhões, enquanto as despesas alcançam cerca de R$ 4,6 milhões por mês. O desequilíbrio entre receitas e despesas é de R$ 1 milhão mensal. O vereador Juraci Scheffer (PT), membro da Comissão de Saúde da Câmara, também participou da reunião. “A Prefeitura vai assumir a dívida de R$ 20 milhões e deverá triplicar o aporte de recursos através das mantenedoras, como a Câmara e a Cesama”, anunciou. O vereador Dr. Marcelo Condé (AVANTE) pontuou que a Câmara recebeu muitas demandas para resolver a situação do plano. “Essa solução foi construída através da atuação em conjunto da Câmara e da Prefeitura. Encontramos a melhor saída para esse plano, que vai tirar a angústia do servidor público. O plano será gerido por um plano de saúde que tenha uma gestão de qualidade”, destacou. Estiveram presentes da reunião os vereadores Cida Oliveira (PT), Marlon Siqueira (MDB), Letícia Delgado (PT), João do Joaninho (PSB), Pardal (UNIÃO), André Mariano (PL), André Luiz Vieira (REPUBLICANOS), Sargento Mello Casal (PL), Laiz Perrut (PT), Negro Bússola (PV), Fiote (PDT) e Tiago Bonecão (PSD). Assessoria de Imprensa: 3313-4734
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