A união faz a força. Com esse objetivo, a equipe de brigadistas da Câmara Municipal de Juiz de Fora (CMJF) participou do treinamento de combate a princípios de incêndio oferecido pelo Corpo de Bombeiros Militares de Minas Gerais (CBMMG) na tarde de terça-feira, 4, no Parque Halfeld. A atividade foi realizada junto com servidores da Casa e contou com a participação do público que passava pelo centro da cidade. Foi montada uma estrutura com objetos da Câmara para demonstrações práticas de situações de incêndio e vazamento de gás.
A técnica de segurança no trabalho da Câmara, Aline Bondi, apontou que muitas vezes a informação salva vidas. “Se a pessoa não sabe que o extintor tem um lacre de segurança que impede que ele seja usado e se não sabe se está carregado ou não, ela não vai conseguir utilizá-lo”, explicando que o lacre existe para garantir que o extintor esteja sempre abastecido. Aline alerta também para a obrigatoriedade de que os condomínios tenham extintor. “Se você mora num prédio de 10 andares e não tem extintor de incêndio, obrigatoriamente tem que ter, você pode procurar o síndico a acionar o condomínio”, alertou.
O treinamento foi uma complementação do curso que os brigadistas fizeram anteriormente, com carga horária de oito horas aula, ministrado pelo sargento CBMMG Wender, que defende o foco na prevenção de acidentes e situações de pânico. “O que o brigadista faz? Prevenção”, explicando que o brigadista precisa observar, por exemplo, se há fiação exposta, causando risco iminente de incêndio. O plano de emergência funciona como um roteiro para orquestrar as ações, informando se há pessoas cadeirantes no prédio, ou com outras dificuldades de locomoção.
Em situações de emergência, os brigadistas orientam o público para evitar pânico, que pode agravar o problema. “Se acontecer algo dentro da Câmara, é função da brigada retirar as pessoas do prédio em ordem”, explicou Wender, alertando que “em caso de incêndio, não utilize o elevador e jamais se esconda no banheiro, você vai ficar restrito lá e pode morrer asfixiado”. Wender explicou também que os brigadistas são capacitados para atendimentos em primeiros socorros. “Se for necessário, eles vão saber atuar no atendimento pré-hospitalar”, finalizou.
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