Publicada em: 01/07/2009 - 233 visualizações

Ato público defende Amac como Fundação

Ato público defende Amac como Fundação (01/07/2009 00:00:00)
  • Ato público defende Amac como Fundação         Os funcionários da Associação Municipal de Apoio Comunitário (Amac) continuam mobilizados contra a assinatura do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) pelo prefeito. Essa postura foi manifestada pelos servidores,...
 

Ato público defende Amac como Fundação

        Os funcionários da Associação Municipal de Apoio Comunitário (Amac) continuam mobilizados contra a assinatura do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) pelo prefeito. Essa postura foi manifestada pelos servidores, vereadores e representantes de sindicatos e entidades da sociedade civil organizada durante assembléia realizada na noite de hoje (1º/07) nas escadarias da Câmara Municipal.
       
        O movimento tem o apoio da Comissão de Participação Popular e Legislação Participativa formada pelos vereadores José Sóter de Figueirôa (PMDB), Wanderson Castelar (PT), Dr. Luiz Carlos (PTC) e pela vereadora Ana Rossignoli (PDT). A eles se uniram os vereadores Antônio Martins (Tico-Tico-PP), Roberto Cupolillo (Betão-PT), Noraldino Jr. (PSC), Dr. José Tarcísio (PTC) e o presidente da Câmara Bruno Siqueira (PMDB).
       
        Todos usaram a palavra na assembléia incentivando a mobilização. Os vereadores defenderam a manutenção dos serviços de qualidade da Amac e o emprego dos servidores, reconhecendo sua qualificação. Em nome do Legislativo, Bruno apoiou o movimento “pacífico e ordeiro. Sabemos da importância da Amac e de seu trabalho para as famílias que, através do órgão, têm acesso à política social. Sabemos que o movimento se dá em benefício das políticas sociais e da cidade de Juiz de Fora”, disse.
       
        A assembléia aprovou paralisação em 8 de julho, quarta-feira, data na qual será realizada a partir das 15h, Audiência Pública na Câmara, convocada a pedido de Figueirôa. Na oportunidade, a situação jurídica da Amac estará em pauta.
       
        Duas iniciativas de mobilização foram encaminhadas: o recolhimento de assinaturas para o projeto de iniciativa popular visando a transformação da Amac em Fundação de Direito Público e novo ato público dos trabalhadores sábado (04/07), a partir das 10h, no calçadão da rua Halfeld.
       
       Panfletos foram distribuídos, alertando para o risco de encerramento de atividades da Amac e suas conseqüências. Ou seja, o desamparo de 27 mil famílias de baixa renda atendidas pelos programas e o desemprego de 2 mil trabalhadores.
       

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