Publicada em: 04/02/2022 - 490 visualizações

Live aborda o avanço da variante Ômicron

Live aborda o avanço da variante Ômicron (04/02/2022 00:00:00)
  • O médico  infectologista Marcos Moura alertou sobre medidas de prevenção e o avanço da doença em todo o Brasil, especialmente para o retorno das atividades presenciais A Câmara Municipal de Juiz de Fora realizou pelo Instagram, na última...
 

O médico  infectologista Marcos Moura alertou sobre medidas de prevenção e o avanço da doença em todo o Brasil, especialmente para o retorno das atividades presenciais

A Câmara Municipal de Juiz de Fora realizou pelo Instagram, na última quinta-feira, 3, uma live sobre a variante Ômicron. O bate-papo ocorreu com o professor doutor e pesquisador da Fiocruz Marcos de Assis Moura, com a mediação da jornalista da Casa Cristiane Guerra. Ao longo da transmissão, o médico abordou um dos desdobramentos do maior desafio sanitário deste século: a proliferação da variante Ômicron, cujos casos seguem em tendência de alta ao redor de todo o país.

Para Marcos, mesmo com o aumento de diagnósticos positivos, ocasionados também pelo aumento no número de testagens, a situação encontra-se melhor do que em ondas de contágio anteriores, pois a taxa de mortalidade está menor. Tal cenário é, segundo o médico, reflexo do avanço da vacinação no Brasil, que “demonstra sua principal função: evitar hospitalizações e mortes”, ressaltando também que a maior parte dos casos graves hoje vem de pessoas que não completaram seu esquema vacinal.

De dois anos para cá, uma das principais mudanças que o professor destaca é a democratização do acesso à informação para combater a COVID-19, como os protocolos que visam evitar o contágio, que podem ser checados ao acessar nosso site. Quanto ao retorno das atividades presenciais, como o retorno das aulas em toda a cidade, Marcos afirma ser fundamental que as medidas de segurança sanitária sejam respeitadas, e ressalta que “a melhor prevenção é a vacina”.

Por fim, o médico destacou a importância da testagem para evitar o contágio e também expôs expectativas para o futuro, apontando que “doenças virais tendem a ficar na população, mas com uma mortalidade menor”. Além disso, para ele, os casos devem ter uma nova alta após o feriado do Carnaval.

Mais informações: 3313-4734 - Assessoria de Imprensa 

 

 


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