Publicada em: 06/12/2006 - 313 visualizações

Proposta de mudança do PAM Marechal em debate na audiência pública

Proposta de mudança do PAM Marechal em debate na audiência pública (06/12/2006 00:00:00)
  • Proposta de mudança do PAM Marechal em debate na audiência pública        “Não há nada definido”. A informação foi prestada pela secretária de Saúde,        Maria Aparecida Soares (Nininha), durante audiência...
 

Proposta de mudança do PAM Marechal em debate na audiência pública

       “Não há nada definido”. A informação foi prestada pela secretária de Saúde,
       Maria Aparecida Soares (Nininha), durante audiência pública convocada a pedido
       do vereador Antônio Jorge (PSDB) para discutir as notícias veiculadas pela
       imprensa sobre a possibilidade de transferência dos serviços prestados no PAM
       Marechal para as dependências do antigo Hospital Bom Pastor. A declaração da
       secretária, entretanto, não convenceu Antônio Jorge. “Saio da audiência do
       jeito que entrei. A informação que tenho é de que vai haver mudança sim. Queria
       entender a razoabilidade administrativa por trás do ato, mas essa questão
       precisa ser explicada. O Executivo perdeu uma ótima oportunidade para prestar
       esclarecimentos”, disse.
       A maioria dos vereadores foi ponderada ao tratar do assunto procurando não se
       precipitar. Em busca de mais informações, alguns questionaram se vai haver
       realmente mudança, argumentando não ter sido divulgado nenhum ato oficial a
       respeito.
       O ouvidor de Saúde, Alanir de Souza Pinto, informou que o Artigo 1º, parágrafo
       2º, da lei 8.142, confere ao Conselho Municipal de Saúde o caráter deliberativo
       até em aspectos econômicos-financeiros, o que significa que em caso de
       transferência do PAM o órgão tem que ser ouvido. O presidente do Conselho,
       Fernando Farinelli, por sua vez, aguarda o envio da matéria para sua análise,
       admitindo estar preocupado.
       A audiência foi aberta com a fala do público - integrado por conselheiros,
       representantes da comunidade e usuários - que se revezou nos pronunciamentos
       contrários a uma possível mudança. A maioria se queixou do aumento de gastos
       para locomoção e de dificuldades de acessibilidade. Dúvidas foram levantadas se o trânsito no
       local comporta a demanda e também de gastos com aluguel.
       Antônio Jorge ainda põe em dúvida se o prédio do hospital tem capacidade para
       receber todos os serviços oferecidos pelo PAM. O posto tem entre sete e oito
       recepções enquanto o hospital apenas uma. Além disso, são necessários entre 80
       e 90 consultórios.
       

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