Publicada em: 20/04/2021 - 427 visualizações
O evento acontecerá nesta sexta-feira, 23, às 16h, e é uma parceria da CMJF com a Funalfa; a proposta é a troca de ideias e informações de representantes de religiões de matriz africana para criação de políticas públicas; data é comemorativa ao Dia Municipal das Religiões dos Povos Tradicionais de Matriz Africana
A Câmara Municipal de Juiz de Fora (CMJF) e a Funalfa promoverão o 1° Encontro Meu Ilê. Meu Axé na próxima sexta-feira, 23 de abril, ao vivo às 16h, pela JFTV Câmara, no canal digital 35.1 ou pelo YouTube. O evento marca o dia 23 de abril, Dia Municipal das Religiões dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, lei instituída pela CMJF em 2019. A ação é um encontro dos povos de terreiros, como define um dos organizadores, Paulo Azarias. Ele explica que a proposta é uma discussão com representantes de diversas religiões de matriz africana para acordarem temas transversais que influenciam o dia a dia de Juiz de Fora. “Ilê significa casa e Axé, força. Entendemos que a nossa casa e o mundo é em especial Juiz de Fora. A ideia é fazermos um mapeamento do povo tradicional de matriz africana na cidade para podermos identificar as políticas públicas necessárias para o atendimento dessa população”.
Participam do encontro o doutor em história comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) autor do livro Marchar Não é Caminhar: interfaces políticas e sociais das religiões de matriz africana no Rio de Janeiro, e premiado em 2019 com o International Religious Freedom (IRF), dr. Babalawô Ivanir dos Santos; o mestre em memória social Jorge Nascimento; o enfermeiro, ativista social e militante do Movimento Negro Unificado Hubono Camilo de Oya; a doutoranda em estudos literários e manifestações culturais brasileiras Fabrícia Valle; a mestre em musicologia e educadora musical com práticas musicais voltadas para a cultura afro-brasileira Amanda Veiga; a pesquisadora de história e cultura afro-brasileira Janaína Renk Menna Barreto; o mestre em geografia e pesquisador em relações étnico-raciais Diego Dhermani Lopes; o babakeke da casa Reino de Ogum licenciado em história e coordenador do “Acorda Quilombo” Deivid Luiz Barbosa Mattos; o doutorando em serviço social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pesquisador serviço social, educação, religiosidade afro-brasileira, memória, umbanda e práticas de terreiro Victor Miranda Elias; e a assistente social com atuação na área da infância e juventude Ana Paula da Silva.
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