Publicada em: 08/12/2015 - 53 visualizações

Novembro Azul: Perigos do câncer de próstata são abordados na Câmara

 

Constrangimento em discutir o assunto, medo do diagnóstico, aversão ao toque retal, desconhecimento. Estes são os principais motivos que levam os homens a não realizarem o exame de próstata periodicamente. As informações foram repassadas pelo médico urologista, Pedro Almeida, na manhã desta terça-feira, 17, durante Café da Manhã Azul, organizado pela Escola do Legislativo Professor William Coury Jabour, a pedido da Mesa Diretora, e voltado para os servidores homens da Casa.

Segundo o presidente da Câmara, Rodrigo Mattos (PSDB), a partir do momento que assumiu a direção da Casa - em janeiro deste ano - a atual Mesa Diretora tem realizado ações focadas na valorização do servidor do Legislativo. “Estamos estimulando o campeonato de futebol interno, conseguimos reajustar os salários com base no IPCA, apesar da crise, estamos pagando os vencimentos em dia e fizemos algumas reestruturações físicas, com a mudança para o prédio do INSS, garantindo mais conforto para os funcionários. E em 2016, pretendemos oferecer mais uma opção de Plano de Saúde para os colaboradores, além do Saúde Servidor”, informou.

O câncer de próstata é o sexto tipo mais comum no mundo e o de maior incidência nos homens. Cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem em homens com mais de 65 anos. No Brasil, é a quarta causa de morte por câncer e corresponde a 6% do total de óbitos por este grupo.

Prevenção e tratamento

Homens a partir dos 50 anos devem procurar um posto de saúde para realizar exames de rotina. Caso tenha histórico na família ou outros fatores de risco, o indicado é procurar o medico a partir dos 40. Os sintomas mais comuns do tumor são a dificuldade de urinar, frequência urinária alterada ou diminuição da força do jato da urina, dentre outros.

O toque retal é o teste mais utilizado, apesar de suas limitações: somente a porção posterior e lateral da próstata pode ser palpada. É recomendável fazer o exame PSA (antígeno prostático específico, na sigla em inglês), que pode identificar o aumento de uma proteína produzida pela próstata, o que seria um indício da doença.

Caso a doença seja comprovada, o médico pode indicar radioterapia, cirurgia ou até tratamento hormonal. Para doença metastática (quando o tumor original já se espalhou para outras partes do corpo), o tratamento escolhido é a terapia hormonal. A escolha do tratamento mais adequado deve ser individualizada e definida após médico e paciente discutirem os riscos e benefícios de cada um.

Informações: Assessoria de Imprensa da Câmara – 3313-4734 

 


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