|
Vereador quer inclusão através do esporte “Uma vitrine de talentos, é assim que eu vejo a prática do esporte em Juiz de Fora”. Para o vereador José Sóter de Figueirôa Neto (PMDB) a prática de atividades esportivas ainda é uma forma de contribuir para que milhares de jovens saiam do ócio e da marginalidade e desenvolvam o espírito de coletividade e solidariedade. “Em nossa cidade existem inúmeros talentos a serem descobertos, basta somente o incentivo”, disse.
O peemedebista, no entanto, está preocupado com a inclusão social através do esporte. Ele apresentou projeto de lei obrigando que, as unidades esportivas, sejam adaptadas à prática de atividades, recreação e lazer para portadores de deficiências, idosos e gestantes.
“Auto-estima, saúde, qualidade de vida, esses são alguns dos benefícios que se adquire ao praticar esportes. O Poder Público não pode se omitir nesta questão, porque pode ser através destas atividades que estaremos contribuindo para que milhares de cidadãos possam exercer a sua cidadania com dignidade, principalmente os portadores de necessidades especiais”, afirmou Figueirôa.
De acordo com o MInistério da Saúde, a estrutura do esporte para pessoa portadora de deficiência, no Brasil, iniciou em 1975, com a criação da ANDE -Associação Nacional Desporto para Excepcional, que agregava todo tipo de deficiência. Com o número cada vez maior de adeptos, algumas entidades foram se separando da Associação. Hoje são cinco: Associação Brasileira de Desportos para Cegos (ABDC); Confederação Brasileira de Desportos de Surdos (CBDS); Associação Brasileira de Desporto para Amputados (ABDA); Associação Brasileira de Desporto em Cadeira de Rodas (ABRADECAR); Associação Nacional de Desportos para Deficientes (ANDE). Estas entidades compõe o Comitê Paraolímpico Brasileiro. Ainda existe a Associação Brasileira de Desportos para Deficientes Mentais (ABDEM) que é uma associação independente.
|