Publicada em: 19/05/2008 - 239 visualizações

Ausência de drenagem pode contribuir para inundações na região do Borboleta

Ausência de drenagem pode contribuir para inundações na região do Borboleta (19/05/2008 00:00:00)
 

Ausência de drenagem pode contribuir para inundações na região do Borboleta

       “O Morro do Alemão não é um problema do passado e tem que merecer a devida atenção do poder público”. A declaração foi feita pelo vereador Flávio Cheker (PT) durante audiência pública realizada hoje (19/05) por solicitação do petista. O indicativo de que o passivo ambiental ainda não foi recuperado veio através do alerta de lideranças comunitárias dos bairros Borboleta, São Pedro, Carlos Chagas e Jardim do Cachoeira. Segundo eles, os níveis dos córregos que cortam esses bairros subiu significativamente no último ano. O temor é por inundações assim que o condomínio Neo Residencial for entregue.
       
        A preocupação com loteamentos criados nos últimos anos é grande, principalmente com o Neo Residencial - 1.200 unidades - que será construído no topo do Morro. A questão colocada é se as redes de águas pluviais, de esgoto e de água estão preparadas para suportar a demanda.
       
        Cheker propôs uma vistoria na área por parte de representantes da Câmara, técnicos da Prefeitura e entidades representativas da comunidade. Se necessário, o vereador vai convocar outra audiência pública para abordagem do problema.
       
        Ele lembrou que a permuta para repasse da área para uma empresa privada em troca de um galpão da Prefeitura em São Benedito, foi condicionada à sua recuperação ambiental. “A Prefeitura não fez a sua parte, ou seja, a drenagem da área, razão pela qual as voçorocas estão retornando,” disse.
       
        Marcus Motta, da Agenda-JF, adiantou que o licenciamento ambiental do condomínio ainda não foi concluído, enquanto o representante da Cesama, Marcelo Melo do Amaral, esclareceu que até agora o empreendedor fez uma consulta prévia sobre disponibilidade de água e ponto de escoamento de esgoto. “Não podemos permitir que primeiro se construa para depois conviver com as conseqüências”, assinalou Cheker.

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