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Vereadores apresentam sugestões para trânsito na zona sul Shopping Independência, ampliação do Hospital Monte Sinai, condomínio Estrela Sul, shopping de móveis, novo Hospital Universitário e um grande supermercado. Empreendimentos realizados e em andamento têm repercussões na vida dos moradores de São Mateus, Cascatinha e demais bairros da Zona Sul. O assunto foi levantado durante audiência pública na Câmara Municipal, a pedido dos vereadores Bruno Siqueira (PMDB) e José Sóter de Figueirôa (PMDB).
A necessidade de busca de alternativas foi reconhecida pelos representantes da comunidade e vereadores. Bruno Siqueira lembrou que em janeiro a Câmara promoveu um amplo debate que resultou no impedimento da venda da curva do Lacet. A medida evitou que a situação se deteriorasse ainda mais.
Um binário de mão única na rua São Mateus é reconhecido pelo vereador como mais uma boa sugestão, com resultados favoráveis se unida a outras providências de pequeno porte. Bruno Siqueira se refere à proibição de estacionamento no lado direito da Avenida Independência, sentido Shopping-Centro, e no lado direito do posto policial do Cascatinha.
A introdução de mão única também na rua Guaçuí foi defendida pelo vereador Eduardo Novy (PSC). Ele não admite a continuidade do trânsito de caminhões pesados pela rua São Mateus, alertando para a importância de um terminal de cargas.
Flávio Cheker (PT) sente a necessidade de desaceleração do crescimento, através do estímulo ao desenvolvimento de outras regiões da cidade. Uma posição da Prefeitura perante o Plano Diretor de Transportes Urbanos (PDTU), assim como a implantação da área azul, inserida num estudo do trânsito, é considerada importante pelo petista.
José Sóter de Figueirôa lembrou da existência, desde 1997, de um plano diretor de transporte, até hoje não executado, e defendeu a formação de um grupo de trabalho para encaminhamento de alternativas. De imediato, entretanto, ele adiantou que os moradores da rua Mamoré são contrários a qualquer intervenção na via.
A presença de um ponto de carroças nas proximidades da Escola Estadual Fernando Lobo foi outra questão levantada. A Gettran, através do superintendente Alfredo Laporte, esclareceu que por não se tratar de veículos motorizados, as carroças dependem de norma específica, não existente. Figueirôa discorda dessa colocação, entendendo que o assunto deve ser tratado pela Gerência de Transporte e Trânsito. Ainda observou que trata-se de uma questão de saúde pública. |