Publicada em: 18/01/2005 - 534 visualizações

Vereador comemora decisão do Prefeito de mudar Aterro Sanitário do Salvaterra

Vereador comemora decisão do Prefeito de mudar Aterro Sanitário do Salvaterra (18/01/2005 00:00:00)
 

Vereador comemora decisão do Prefeito de mudar Aterro Sanitário do Salvaterra

       O vereador Antônio Jorge (PSDB) espera que o prefeito Alberto Bejani (PTB) cumpra a promessa de tirar o Aterro Sanitário do Salvaterra.
        O peessedebista aprova a decisão do Executivo, anunciada através dos veículos de comunicação, de levar o aterro para outro local, estabelecendo prazo até o final do ano para a definição de uma nova área. Segundo ele, a Agência de Gestão Ambiental de Juiz de Fora (Agenda-JF) está cuidando da transferência.
        Há muito, o vereador vem criticando a manutenção do Aterro Sanitário no Salvaterra. O local é considerado, por ele, inadequado devido a declividade, existência de várias nascentes e proximidade com o Aeroporto da Serrinha.
        As críticas foram reafirmadas quando Antônio Jorge tomou conhecimento de um novo acidente no local. Uma tonelada de lixo deslizou, atingindo cerca de quatro quilômetros do Córrego Salvaterra, chegando até o Rio do Peixe.
        O vereador vai tentar agendar uma audiência com o presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) para fevereiro. Na oportunidade, vai questionar a licença do aterro e tentar repactuar o prazo de funcionamento.
       


Câmara poderá realizar audiência pública para discutir trânsito de bicicletas nas ruas

       O vereador Eduardo Novy (PRP) solicitou, através de requerimento, uma audiência pública para tratar sobre o trânsito de bicicletas, triciclos, patinetes e skates nas ruas da cidade. O vereador está preocupado com o número crescente de acidentes envolvendo crianças e idosos e esses veículos.”A minha proposta é regulamentar o trânsito desses locomotores, proporcionando mais segurança aos pedestres”, explicou.

       

       O projeto que proibe o trafego desses veículos nas ruas, calçadas, praças, passeios, canteiros e áreas ajardinadas, foi retirado por Novy, que quer aprimorar a matéria. “Vamos reapresentá-la, mas antes, gostaria de ouvir as autoridades de trânsito, Prefeitura e a população em geral, que serão os maiores beneficiados”, concluiu o vereador. Para ele, esses locomotores não possuem nenhum tipo de sinalização e não oferecem proteção nem a quem conduz e nem aos pedestres.

       

       De acordo com o texto original do projeto, só é permitido o trânsito de charretes, triciclos e bicicletas de pequeno porte nas praças, com o objetivo de desenvolver a recreação infantil.

       

       Caberá à Prefeitura realizar a fiscalização e apreensão dos veículos, que só serão liberados mediante pagamento de multa de 150 reais. O tráfego de bicicletas fica restrito à margem direita de ruas e avenidas, no sentido do trânsito, sendo proibido sobre as calçadas, praças, passeios e canteiros.

       


Indicações e Requerimentos

       O vereador Romilton Faria (PFL) solicitou, através de requerimento, a construção de rede de esgoto e captação de águas pluviais para as ruas Travessa Sebastião dos Santos, Eloi do Amaral, Virgínia de Carvalho, reforma da Escola Municipal Lions Centro, colocação de escória na rua Geraldo de Carvalho e calçamento para a rua Manoel Ribeiro, no bairro Cruzeiro do Sul. Romilton pede também a reforma na iluminação da Praça do bairro Graminha.

       

       O vereador João do Joaninho (PRP) quer a colocação de um telefone público comunitário, na rua João Moreira da Rocha, no bairro Teixeiras e na rua “N”, no bairro Caiçaras.

       

       Eduardo Novy, vereador do PRP, solicita a pavimentação da rua Nova, no bairro São Judas Tadeu, que fica entre as ruas Vargas Pereira da Costa e José Ribeiro de Matos.

       

       O vereador Bruno Siqueira (PMDB) pede o reparo da lateral da ponte sobre o córrego “Três Pontas”, situado na rua Inês Garcia, próximo ao nº 111, no bairro Benfica.

       

       O peemedebista, José Sóter Figueirôa (PMDB), solicita a reforma da Praça Cardoso Sobrinho, na rua Dr. José Rafael de Souza Antunes, no bairro de Lourdes, conclusão dos serviços de terraplanagem no prolongamento da rua Jorge Knopp, no bairro Progresso, asfaltamento para a rua Urias Fonseca, no bairro Santa Rita e capina e corte da grama no pátio da Creche Cooperativa Milho Branco, na rua Ivan Batista de Oliveira, nº 700, no bairro Milho Branco.

       


Audiência pública discute problema de segurança em escolas

       A Câmara realiza audiência pública hoje, 19/01, às 15 horas, para discutir a situação da Escola Estadual Presidente Costa e Silva. Nos últimos quinze dias, o prédio foi invadido sete vezes. A solicitação foi feita pelo vereador Dr. Waldir. O objetivo é encontrar uma solução, já que os problemas constantes estão acabando com a escola e amedrontando professores e alunos.

       

        A Audiência Pública vai contar com a presença da diretora Lucimar Rodrigues Santiago, da representante da Secretaria de Estado da Educação na região de Juiz de Fora, Marly Terezinha Campos Vieira, da gerente de Educação Básica, Regina Célia Mancini e da supervisora da escola, Marília Rodrigues.

       

       A diretora Lucimar Rodrigues Santiago diz que nas condições em que a escola se encontra será difícil iniciar o ano letivo no dia primeiro de fevereiro como era previsto. “No período de 27/12/2004 à 11/01/2005 a escola foi invadida sete vezes. Foram roubados, na sala da diretoria, um aparelho de telefone sem-fio, R$ 400,00 em dinheiro, e uma luminária de emergência. Na cozinha, eletrodomésticos como batedeira industrial, liqüidificador e ferro elétrico. Além de portas e vidros quebrados e grades arrombadas, foram furtados toda a fiação da rede elétrica”, afirma a diretora. “Para o início do período letivo, será necessário contar com uma verba de aproximadamente R$ 38 mil”, conta.

       

       O vereador Dr. Waldir afirma que os cerca de 1.400 alunos esperam a normalização da instituição para o retorno das aulas, já que as escolas da região, Escola Estadual Professor Lopes e Escola Municipal Professora Áurea Nardelli, não têm vagas para todos. Para o vereador, a escola deveria ser completamente cercada por muros, ter grades em todas as janelas e implantar sistema de vigilância noturna para evitar novos arrombamentos.

       

       Dr. Waldir alerta que o estabelecimento de ensino está sem condições de funcionamento devido aos atos de vandalismo, já que sem a fiação elétrica não há iluminação nas salas de aula.

       

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